Mostrando postagens com marcador Escolas Gaúchas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escolas Gaúchas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Educação

Se a educação precede o desenvolvimento, é preciso democratizá-la. A UERGS foi criada com esse objetivo.


Ao longo de toda sua trajetória, Beto Albuquerque vem trabalhando e lutando sempre por investimentos na educação. Especialmente na formação inicial, na ampliação dos cursos técnicos profissionalizantes e no ensino superior. A educação é prioridade para o Brasil, para o Rio Grande do Sul e para Beto. Um dos grandes desafios do mundo, hoje, é reduzir ao máximo as desigualdades. Uma sociedade mais justa só é possível se as diferenças forem minimizadas e as chances de cada pessoa forem semelhantes. Mas de que forma podemos corrigir séculos de desigualdades? Uma das respostas é a educação.


UERGS
A luta pela criação de uma Universidade Estadual no Rio Grande do Sul (UERGS) iniciou no ano de 1986. Desde então, a história da Universidade confunde-se com a história política de Beto Albuquerque. Naquele ano, Beto, era presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Passo Fundo (UPF) e já defendia a criação de uma nova instituição. Poucos anos depois, em 1989, a luta era para a criação de um dispositivo que previsse a participação direta do Estado no ensino superior. Não foi aprovado.

Na condição de defensor da educação superior pública, e um dos principais idealizadores da UERGS, Beto foi relator dos trabalhos da subcomissão que avaliou a viabilidade da criação e implantação da UERGS. Isso aconteceu em 1992, quando Beto era deputado estadual. A subcomissão apresentou à Assembléia Legislativa um amplo relatório que justificava a importância da criação da UERGS e os impactos que a nova universidade significava para todo o Estado e para cada gaúcho. Seis anos depois, em 1998, com o apoio de 40 mil gaúchos que aderiram a um abaixo-assinado, Beto protocolou um projeto de lei na Assembléia para a criação da Universidade Estadual do RS.

Beto conseguiu, mais uma vez, defender seus compromissos e trabalhar lado a lado com os gaúchos: em 28 de junho de 2001 sua proposta foi aprovada por unanimidade e, finalmente, a UERGS virou realidade. Foram 15 anos de dedicação a uma das mais importantes reivindicações gaúchas. De 1986 até o dia 10 de julho de 2001 – quando o então governador Olívio Dutra sancionou o Projeto de Lei da UERGS – Beto acompanhou de perto todo o processo que culminou na realização de um grande feito para os gaúchos. Beto reafirmava sua dedicação, compromisso e transparência.

Se a educação precede o desenvolvimento, é preciso democratizá-la. A UERGS foi criada com esse objetivo. Ao defender a UERGS como uma ferramenta por meio da qual é possível pensar estrategicamente o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Estado, Beto reafirma a importância da participação popular nos governos: desde 1999 os gaúchos colocam a UERGS como prioridade do Orçamento Participativo em várias regiões do RS.

Para o futuro, Beto entende que a UERGS valorizará ainda mais a ciência e a tecnologia no Estado. Por ter papel fundamental no cenário educacional gaúcho, a instituição incentiva professores e alunos na busca do aperfeiçoamento. Mas é preciso investir ainda mais e incentivar o crescimento da instituição.


Crédito
Outra preocupação de Beto diz respeito ao crédito educativo. Através de uma ação do parlamentar, mais de 200 mil estudantes de todo país foram beneficiados com o programa de renegociação das dívidas do antigo Creduc. Apenas no Estado, quase 60 mil estudantes puderam negociar ou quitar seus débitos com a Caixa Econômica Federal. Beto também propôs ao Ministério da Educação (MEC) a reformulação das regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). Com as mudanças os estudantes terão mais acesso ao Ensino Superior, já que taxas de juros caem de 9,5% para 3,5%. Outra importante mudança fixa em 2% ao ano a taxa de administração e muda o prazo de amortização do financiamento de duas para três vezes o tempo de duração do curso. Assim, diminuem-se as prestações e é facilitado o pagamento do empréstimo.

Entre algumas outras iniciativas que fazem parte da rotina de Beto na busca constante de uma educação cada vez melhor para os gaúchos, estão os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet), o projeto que permite utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para pagar as dívidas do FIES, o aumento dos recursos destinados à informatização das escolas e os investimentos no Ensino Fundamental e Médio. Beto entende que, por meio de uma educação consistente, é possível reconstruir as bases da nossa sociedade.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Depoimento de Líder Estudantil de São Gabriel sobre o Deputado Federal Beto Albuquerque

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Colégio de Caxias dá lição de sustentabilidade no Dia do Estudante

SITE DO JORNAL O PIONEIRO - Caxias do Sul

O Colégio Mutirão Objetivo, de Caxias do Sul, alinhavou um projeto bem bacana para presentear os alunos no Dia do Estudante, em 11 de agosto. Peças jeans doadas pela gurizada viraram estojos, recheados com régua personalizada e um lápis.

– Poderíamos ter feito o kit com qualquer tecido, mas o jeans tem a ver com a história do jovem. As comemorações pelo Dia do Estudante ficaram mais raras, pouca gente lembra. Foi uma forma de homenageá-los, afinal eles também têm uma rotina bem puxada – conta a diretora do Mutirão, Fabrícia Bisol Finco.

Além de dar exemplo de como é possível reutilizar o material, a escola ainda encontrou uma maneira de valorizar o trabalho das costureiras do grupo de economia solidária Fenix, do bairro Santa Corona.

Curiosidade: para produzir uma calça jeans, são consumidos 15 mil litros de água. Se esse tecido se transformar em outras peças úteis quando não pode mais ser aproveitado, o desperdício será bem menor. Isso é sustentabilidade.
(Eliane de Brum)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Alunos assumem lugar de professores por um dia

SITE DO JORNAL ZERO HORA

A manhã de ontem no Colégio Marista Assunção, da Capital, foi diferente. Em comemoração ao Dia do Estudante, o Grêmio Estudantil promoveu o Dia da Inversão, que funcionou assim: alunos da 3ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio substituíram professores, funcionários e até mesmo diretores. Tudo para integrar ainda mais o aluno à realidade da escola.

Aescolha do que cada estudante faria ocorreu por meio de um sorteio. As funções mais procuradas? Coordenadores de turno (aqueles que passeiam com rádios e walk talkies pela escola) e os professores mais queridos pelos alunos.

Matheus Ascari, 15 anos, do 2º ano, substituiu a professora de língua espanhola Rosane Fraga. Durante todo o turno em que lecionou, o menino revisou o conteúdo em uma turma de Ensino Fundamental, fez chamada, organizou filas de mesas, cuidou do material escolar e até ficou de olho em uma prova. Matheus teve de fiscalizar seus colegas sem dar ajuda alguma.

Estudantes também pegaram pesado

Assim como ele, Vivian Tavares, 14 anos, da 8ª série, teve de botar seu conhecimento à disposição dos amigos. Craque em Matemática, a guria foi professora da disciplina por um dia, dando uma folga para a mestre Lisiane Bittencourt.

– Está sendo ótimo, mas é bem difícil controlar os alunos, né? Estou passando uns exercícios pra eles, por enquanto está tranquilo. Agora consigo perceber o esforço que a professora precisa fazer para ensinar – contou.

O cargo ocupado pela pequena Isadora Jantsch, 11 anos, da 6ª série, foi seu auge na trajetória escolar. Ontem, substituiu a diretora Andreana Reichert. Não imaginava que comandar uma escola dava tanto trabalho.

– Tive de escrever textos, agendar compromissos, responder e-mails e mandar correspondências. Não quero ser diretora quando crescer, a responsabilidade é muito grande – comentou.

Larissa Racic, 10 anos, estudante da 5ª série, teve de pegar pesado. Desacostuma às tarefas domésticas em casa, a guria pintou quadras, colou piso emborrachado, martelou e limpou tijolos. A menina passou a manhã na companhia do auxiliar de manutenção Eduardo Garcia.

– Ela está me ajudando bastante, não reclamou de nada e quer aprender tudo – contou o funcionário.

Felipe Volkmer, 11 anos, da 5ª série, foi esperto quando escolheu a função. Amigo do auxiliar de audiovisual João Carlos Neto, o menino quis o cargo para fazer o que gosta e ficar ao lado do funcionário.

– Se trabalhasse no audiovisual, botaria ar condicionado nas salas de aula e vários computadores – sonha.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aula de conserto de brinquedos em escola da Capital

SITE DO JORNAL DIÁRIO GAÚCHO

Um grupo de estudantes, com idades entre 13 e 15 anos, da Escola Municipal Professora Ana Íris do Amaral, do Bairro Protásio Alves, transforma o que seria lixo em sonho para os pequenos. Há cinco anos, a professora Marilice Marques Claus desenvolve com a turma de progressão do segundo ciclo uma oficina para recuperar brinquedos oriundos de doações.

Em parceria com a Associação das Senhoras dos Rotarianos de Porto Alegre, a escola arrecada as peças doadas, mesmo aquelas quebradas, e, em sala de aula, limpa e conserta todas elas. Uma vez por semana, a turma se reúne para a oficina de reciclagem.

– O que não conseguimos recuperar, transformamos. A criatividade fala mais alto. Fazemos até bonecos com necessidades especiais, com braços ou pernas diferentes. E são deles que as crianças mais gostam – revela a professora.

Lições fazem parte do trabalho

Metade dos brinquedos recuperados é doado a instituições de caridade de Porto Alegre. Os outros 50% são vendidos nas festinhas da própria escola. O dinheiro arrecadado é usado no final do ano para um passeio com a turma. Neste ano, 14 alunos frequentam a classe de reforço escolar.

E não pense que eles passam o tempo inteiro pregando carrinhos e costurando vestidos de bonecas. Outras disciplinas, como Matemática e Português, são incluídas no projeto.

– A partir dos brinquedos, trabalho as regras de Matemática e exijo relatórios de aula e textos em cima de cada personagem recuperado, que são incluídos na disciplina de Português – conta Marilice.

De olho no Dia da Criança
No momento, a maior preocupação do grupo é com a quantidade de brinquedos a ser recuperada: o estoque está baixo. Como se aproxima o Dia das Crianças, os estudantes dependem de mais doações para seguirem trabalhando e, assim, tornarem mais animada a data para a próxima entidade a ser beneficiada.

– Nas aulas, já consegui transformar dois carrinhos em um. E a criança que o recebeu ficou muito feliz. E eu também – resume Lucas Saldívia, 15 anos.

Para doar
O projeto tem dois pontos de arrecadação
- Na própria escola Ana Íris do Amaral – Avenida Mário Meneghetti, 1000, Bairro Protásio Alves
- Casa da Amizade – Avenida Caçapava, 517, Bairro Petrópolis, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Contatos pelo fone 9975-3356, com a professora Marilice.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Os segredos das escolas gaúchas com melhor desempenho no Enem 2009

Quais são e como trabalham as cinco instituições do RS de maior destaque no exame

Quatro escolas privadas e uma instituição federal obtiveram as melhores notas na edição de 2009 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Rio Grande do Sul. O ranking oficial, divulgado hoje pelo Ministério da Educação, revela que a elite da educação brasileira e gaúcha ainda se concentra nas redes particular, federal e de ensino técnico. Graças aos seus resultados, os alunos dessas escolas tiveram acesso a mais e melhores vagas nas universidades públicas.

De forma inédita, o resultado do Enem de 2009 foi utilizado ao longo de 2010 como critério para seleção de novos alunos. No começo do ano, foram oferecidas 47,9 mil vagas em 51 instituições. Em junho, 35 instituições ofereceram 16,5 mil vagas para o segundo semestre letivo

1° Colégio Sinodal - São Leopoldo

A formação do solo gaúcho é conhecida em uma viagem a Santa Maria.
A descoberta da fauna e da flora ocorre durante aulas de mergulho em Santa Catarina.
Uma expedição ao frio de Gramado serve para estudar o clima.

Tirar os alunos da sala de aula e levá-los para conhecer de perto a realidade que estão estudando é um dos segredos do Colégio Sinodal, de São Leopoldo, que obteve a melhor colocação entre todas as escolas do Rio Grande do Sul no Enem. A direção relaciona o resultado ao tempo que os alunos permanecem no estabelecimento - pela manhã e quase todas as tardes. Os estudantes fazem provas duas vezes por semana e respondem a simulados toda sexta-feira, fazendo o conteúdo ser bem assimilado.

Quem se destaca é elevado ao posto de monitor e ganha descontos na mensalidade, por mérito. Na escola, 60% destes professores são mestres ou doutores e recebem incentivos financeiros para se atualizar em congressos e especializações. — Acima de tudo, temos de criar nos nossos alunos uma abertura de visão do mundo. Se conseguirmos isso, vamos torná-los pessoas mais críticas, com mais argumentos e experiências de vida — diz o diretor-geral, Ivan Renner.

O perfil
- Alunos: 934 (do berçário ao Médio)
- Professores: 82
- Mensalidade: R$ 755 (Ensino Médio



2° Colégio Politécnico da UFSM - Santa Maria

Os títulos de melhor escola privada do Estado e segunda no ranking geral do Enem encheram de orgulho alunos e professores do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para o diretor, Canrobert Kumpfer Werlang, a nota no exame demonstra que os colégios públicos têm condições de competir com os privados em qualidade.

A nossa fórmula de sucesso passa pela proposta pedagógica, pelo corpo docente e pelos alunos. O resultado no Enem não é uma surpresa, mas sim um resultado do nosso trabalho — diz ele. Para o diretor, os alunos são um diferencial, porque sabem o que querem. Emanoelle Scheid, 17 anos, do 3º ano, confirma a teoria.Com o Enem e o vestibular na cabeça, ela se sente segura para os desafios: — Somos bastante exigidos, mas sabemos que isso é necessário para alcançar nossos objetivos

O perfil- Alunos: 119
- Professores: não informado
- Mensalidade: gratuito



3° Colégio Mutirão - Caxias do Sul

Dono da terceira melhor nota no Estado, o Colégio Mutirão, de Caxias do Sul, trata os conteúdos de forma interdisciplinar. O modelo se casa à perfeição com o exame, organizado em grandes áreas do conhecimento. — Antes de o Enem surgir, a escola já trabalhava de forma integrada — diz a coordenadora pedagógica, Márcia Petteffi.

Na sexta, havia professores de história geografia e física na sala da 8ª série para ensinar sobre a II Guerra Mundial. — Dessa forma, o aluno vai conseguir fazer relações com outras disciplinas — explica a professora de história Joseane dos Reis.

O perfil
- Alunos: 340
- Professores: 50
- Mensalidade: R$ 504,90 (1º e 2º anos) e R$ 712,90 (3º ano, com pré-vestibular)

4° Colégio Nossa Senhora Aparecida - Nova Prata


No Colégio Nossa Senhora Aparecida, de Nova Prata, 27 alunos do 3º ano fizeram o Enem, colocando o estabelecimento entre os cinco melhores do Estado. Giovana Bristot, 18 anos, alcançou 727 pontos, aproveitados para ingressar no curso de Biomedicina da UFRGS.

Ela compara o Aparecida à escola pública de onde veio: — A cobrança e a carga horária são muito maiores. A carga horária do Ensino Médio inclui aulas em três tardes, além do turno da manhã.

O perfil
- Alunos: 450
- Professores: 45
- Mensalidade: R$ 559 (1º e 2º anos) e R$ 767 (3º ano

5° Colégio Israelita - Porto Alegre

Primeiro colocado na Capital, o Colégio Israelita Brasileiro orgulha-se de conhecer os pontos fracos e fortes de cada um dos alunos. A partir daí, as dificuldades são tratadas caso a caso, o que torna o aprendizado mais fácil. Outro segredo está na sede por conhecimento dos estudantes, acredita o professor de química Alberto Jacó Becker: — Dia de avaliação é uma neura geral. Depois, quando recebem as notas, os alunos querem saber o porquê de as respostas estarem certas ou erradas. O desempenho também se explica pelo fato de os alunos se empenharem para conquistar uma vaga na UFRGS. — Todos são inteligentes e querem ser os melhores - diz Bruna Engelman, 16 anos.

O perfil
- Alunos: 740, 156 deles no Ensino Médio
- Professores: 110, 27 deles no Ensino Médio
- Mensalidade: R$ 1.036.


Fonte:Zero Hora.

Mais uma vez, ranking do Enem mostra desigualdade entre escolas públicas e privadas

Escolas gaúchas não aparecem nem entre as 30 melhores, mas Estado tem a melhor média nacional

Das 20 melhores escolas de ensino médio do país, 12 estão na Região Sudeste, quatro na Região Centro-Oeste, quatro na Nordeste e apenas duas são públicas. O diagnóstico, que mostra a desigualdade entre as instituições dependendo da localidade ou do gestor, está no resultado do desempenho por escola no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação

O desempenho das escolas foi calculado com base na média total obtida por seus alunos nas provas objetivas e na redação. A média nacional, segundo o Inep, foi de 500 pontos. As escolas particulares conquistaram os melhores resultados e são maioria no ranking, com 18 das 20 posições

A melhor escola do país, segundo os resultados do Enem 2009, é o Colégio Vértice, de São Paulo, com média total de 749,7. Em seguida, estão o Instituto Dom Barreto, de Teresina, com 741,59 pontos, e o Colégio São Bento, do Rio de Janeiro, que liderou a classificação nos últimos dois anos e, em 2009, teve média total de 741,32 pontos. As duas únicas instituições públicas da lista das 20 com melhor desempenho no Enem são escolas ligadas a universidades.

O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) obteve média total de 734,66 pontos e ficou com a sétima colocação no ranking. Ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o Colégio de Aplicação Fernando R. da Silveira teve média total de 722,58 e aparece na 17ª posição. Com 249,25 pontos, metade da média nacional, o pior desempenho no exame foi o da Escola Estadual Indígena Dom Pedro I, em Santo Antônio do Içá, no Amazonas.

A participação no Enem é voluntária. Escolas com menos de 2% de participação de alunos no exame não tiveram suas médias divulgadas. Escolas do RS não aparecem nem entre as 30 melhores O Rio Grande do Sul mal apareceu no seleto grupo das melhores escolas públicas e privadas do país no Ensino Médio. Na lista das cem instituições com maior nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a ser divulgada pelo Ministério da Educação, há apenas duas instituições gaúchas.Nenhuma delas está entre as 30 primeiras.

O desempenho gaúcho se assemelha ao da edição anterior, quando o top 100 da educação nacional também contou com apenas uma dupla rio-grandense - um dos estabelecimentos era o atual melhor colocado gaúcho, o Colégio Sinodal de São Leopoldo. — Por causa da imagem edulcorada que tínhamos da qualidade da escola gaúcha, pode ter ocorrido uma acomodação. Achávamos que estávamos muito bem e agora vemos que não estamos tão bem — avalia Helena Sporleder Côrtes, professora da Faculdade de Educação da PUCRS

Fonte: Zero Hora.

Escolas gaúchas ficam fora das 30 melhores no Enem 2009

Com raros representantes na lista das escolas com melhores notas no país, o RS conquistou a liderança na média geral.

O Rio Grande do Sul mal apareceu no seleto grupo das melhores escolas públicas e privadas do país no Ensino Médio. Na lista das cem instituições com maior nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a ser divulgada pelo Ministério da Educação, há apenas duas instituições gaúchas. Nenhuma delas está entre as 30 primeiras.


O desempenho gaúcho se assemelha ao da edição anterior, quando o top 100 da educação nacional também contou com apenas uma dupla rio-grandense - um dos estabelecimentos era o atual melhor colocado gaúcho, o Colégio Sinodal de São Leopoldo.

— Por causa da imagem edulcorada que tínhamos da qualidade da escola gaúcha, pode ter ocorrido uma acomodação. Achávamos que estávamos muito bem e agora vemos que não estamos tão bem — avalia Helena Sporleder Côrtes, professora da Faculdade de Educação da PUCRS.

Uma mudança na forma de cálculo, porém, impede uma comparação direta entre as notas de 2008 e 2009. Até 2008, os participantes eram avaliados em uma escala de 0 a 100. Agora, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) usa um sistema mais complexo, baseado na Teoria de Resposta ao Item (TRI) e usado em vestibulares. Por ele, as questões ganham peso diferente conforme o grau de dificuldade, e não se distribuem em uma escala pré-fixada de mínimo e máximo. O número 500 representa a média geral de quem realizou a prova. Quanto mais distante for a nota para cima, melhor o aluno se saiu.

Apesar disso, é possível constatar que a elite da educação brasileira e gaúcha ainda se encontra nas redes particular, federal e do ensino técnico - que atingem as maiores médias totais (combinação da nota da prova objetiva e da redação, e usadas como parâmetro por ZH neste caderno). Em Porto Alegre, por exemplo, os alunos da escola privada de Ensino Médio Regular com pior nota no Enem ainda conseguiram superar 60% dos colégios estaduais da cidade que tiveram média total calculada.

O valor mais baixo registrado por um estabelecimento privado convencional (excluindo Educação de Jovens e Adultos) foi de 548,94. Se pertencesse à rede estadual, teria ficado à frente de 50 das 84 instituições desse sistema localizadas na Capital.

As melhores escolas públicas, por sua vez, fogem ao modelo tradicional. Das 10 primeiras colocadas no Rio Grande do Sul, apenas duas têm perfil mais convencional. Cinco são federais - das quais duas são militares. As outras cinco são estaduais, mas uma também tem vinculação militar (o colégio Tiradentes, vinculado à Brigada Militar), e duas são estabelecimentos de ensino técnico.

Liderança na média geral

O desempenho gaúcho guarda uma curiosidade. Como um time sem estrelas, mas competitivo, o Estado vai bem quando se calcula uma média geral para todos os estabelecimentos e se compara com a nota de outras regiões. Nesse ranking hipotético, elaborado por ZH, os rio-grandenses ficam na primeira posição graças ao melhor desempenho dos alunos de colégios estaduais em relação aos colegas de outros Estados e pelo fato de não contarem com nenhum representante entre os cem piores colocados.


O Inep esclarece que não fez cálculos estaduais e não considera o Enem como indicador de qualidade das unidades da federação, porque a participação no exame é voluntária. Mesmo assim, a professora da Faculdade de Educação da PUCRS Helena Sporleder Côrtes acredita que uma análise mais abrangente do Enem pode ser útil:

— Se a análise isolada mostra que não estamos entre os melhores, a avaliação coletiva mostra que também não estamos entre os piores — argumenta Helena.


Na lista das cem escolas com as maiores médias no Enem 2009 - dominada por instituições particulares ou gratuitas com perfil diferenciado, a exemplo das federais e militares - há apenas uma legítima representante da tradicional escola pública gaúcha. A Escola Estadual de Ensino Médio Presidente Costa e Silva, localizada no bairro Medianeira, em Porto Alegre, fica atrás apenas do colégio Tiradentes, vinculado à Brigada Militar, e da técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha - ocupando a primeira posição dos estabelecimentos públicos de perfil convencional.

A média total (prova objetiva mais redação) conquistada pelo estabelecimento foi 627,58. Essa marca supera o valor obtido por 70% das instituições privadas do Estado que receberam nota no exame do Ensino Médio.



Fonte: Zero Hora.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

10º Encontro sobre o Poder Escolar inicia dia 19

Tem início na próxima segunda-feira (19), às 8h30, no Theatro Guarany, a 10ª edição do Encontro sobre o Poder Escolar, que se estende até a quinta-feira (22). O evento abre espaço para apresentação, discussão e análise de temas relevantes para o processo ensino-aprendizagem e a formação de professores e funcionários da educação básica.

A proposta dos Encontros sobre o Poder Escolar é de investir na autonomia e na capacidade da escola formular com a comunidade escolar um projeto pedagógico adequado e valorizar os profissionais da educação. O Encontro oportuniza que os profissionais da educação se encontrem, aprendam, compartilhem angústias e sucessos, trazendo à luz as potencialidades criativas de professores que no dia-a-dia vão compondo os cenários escolares.

O evento na área educacional tem o reconhecimento dos profissionais da educação por contemplar funcionários, professores, alunos e, neste ano, terá também a participação dos pais.

O encontro é promovido pela Faculdade de Educação da UFPel, Escola de Educação da UCPel, 24º Núcleo do CPERS/Sindicato, Secretaria Municipal de Educação (SME), Conselho Municipal de Educação (CME), 5ª. Coordenadoria Regional de Educação e Instituto Federal Sul-riograndense.


Fonte: ClicRBS - Pelotas - por Bianca Zanella.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Livros darão suporte ao ensino de várias áreas das ciências

A partir deste ano, alunos de escolas públicas têm a oportunidade de aprofundar os estudos sobre uma das ciências mais antigas – a astronomia – e uma das mais novas – a astronáutica.

Os ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia lançaram ontem (8), os volumes 11, 12 e 13 da coleção Explorando o Ensino, que tratam dos temas fronteira espacial e mudanças climáticas.

“Para avançar ainda mais na proficiência dos alunos da educação básica em português e matemática, temos que contar com o subsídio das ciências e das artes, que permitem maior envolvimento das crianças com os estudos”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na cerimônia de lançamento das obras. Segundo Haddad, o material de apoio dá suporte ao professor e faz com que a criança ou jovem veja sentido naquilo que estuda.

Os livros recém-lançados foram produzidos pelos dois ministérios, com participação da Agência Espacial Brasileira, e são destinados aos professores da educação básica pública dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio. O material pode ser utilizado por educadores de qualquer disciplina, da física à língua portuguesa, da geografia à matemática, da história à biologia.

“Pensamos em textos que não abrissem mão da rigidez científica no conteúdo, mas que fossem de leitura simples, para facilitar a interlocução entre alunos e professores”, explicou um dos autores do livro sobre mudanças climáticas, Neilton Fidelis. Já Salvador Nogueira, que escreveu as obras sobre astronomia e astronáutica junto com João Batista Canalle, acredita que os dois temas são porta de entrada para a ciência. “A intenção das publicações é cativar os alunos e cultivar a paixão pela ciência, que é fator de desenvolvimento para o país.”

Os volumes 11 e 12 tratam da tentativa do homem de desvendar os mistérios do mundo e do universo. O volume 13 explica as bases científicas sobre o aquecimento global e suas influências nas esferas social, ambiental e econômica.

Os livros já foram enviados às escolas públicas, mas os professores também podem acessá-lo na página da Secretaria de Educação Básica do MEC.

Fonte: Nota10 - Notícias Diárias de Educação.

terça-feira, 13 de julho de 2010

EXEMPLO DE DEDICAÇÃO

JORNAL O PIONEIRO

Apesar de estudarem em contêineres, as duas turmas da 4ª série de 2009 da escola de Galópolis foram destaque no Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb). No quesito 1ª a 4ª séries, elas conquistaram o primeiro lugar entre as instituições de Caxias do Sul e a quarta melhor média no Estado

Caxias do Sul – Se um professor fosse questionado sobre as condições ideais de uma escola para facilitar o aprendizado dos alunos, não diria que um contêiner usado como sala de aula seria um bom ambiente de estudos. Mas os alunos das duas turmas de 4ª série de 2009 da Escola Estadual Ismael Chaves Barcellos, do bairro Galópolis, provaram que quem quer aprender o faz em qualquer lugar. No quesito 1ª a 4ª séries, eles conquistaram a melhor média da cidade no Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb), do Ministério da Educação, cujos resultados foram divulgados no dia 5 de julho. A nota de 6,9 também é a quarta melhor do Estado. O Ideb é um exame que avalia as séries iniciais de escolas estaduais e municipais de todo o Brasil nas matérias de português e matemática. A média do Rio Grande do Sul para a 4ª série foi de 4,9, superior à nacional, de 4,6.

Desde fevereiro do ano passado, cerca de 200 alunos, de um total de 484 estudantes matriculados na escola de ensino fundamental de Galópolis, ocupam as quatro salas de aula montadas dentro módulo metálico. O espaço foi improvisado porque um incêndio destruiu parte do prédio, em setembro de 2008.

Para a diretora da instituição, Sonia Beatriz Sbersi, a superação dos alunos no Ideb se dá devido ao acompanhamento da família e à dedicação dos professores, grande diferencial no aprendizado.

– É possível ensinar, independente do lugar onde tu estás. O papel da família é fazer com que a criança vá à escola, faça o tema de casa e leia. Quando ela acredita no trabalho da escola, está presente e acredita no professor que está dando aula para o filho dela não tem quem bata. E o professor, é claro, tem que ter amor por aquilo que faz, e isso todos têm aqui – comenta.

O bom desempenho da turma no exame é motivo de comemoração para a diretora:

– É isso que me dá ânimo, me faz pensar que ainda é possível.

A professora Daiane Pereira Vieira Lima, formada em pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), deu aula para uma das turmas. Ela conta que a principal reclamação dos alunos que estudam nas latas era a temperatura. Segundo a professora, que não leciona mais na escola do bairro Galópolis, no verão as salas ficam muito abafadas, e no inverno é extremamente frio. Daiane afirma que a saúde dos alunos é prejudicada, mas não o ensino.

– Não é nada agradável dar aula em contêiner, mas a concentração não sai prejudica isso deu para ver até pela prova. Tanto eu quanto a outra professora passávamos por cima da questão dos contêineres e sempre tentávamos fazer com que eles conseguissem se concentrar e aprender. O lugar não interfere na aprendizagem, se o aluno tem interesse e a escola está emprenhada, isso é o que importa – afirma Daiane.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Jovens estudantes constroem seu primeiro barco em Rio Grande

Assistenes de construção naval passaram por curso de quatro meses.

Uma capa retirada revela o produto final de um processo que se iniciou em março, entre a sala de aula e o estaleiro. Após quatro meses, 15 jovens de Rio Grande e São José do Norte, no sul do Estado, batizaram sua própria criação: o caíco Igor.A embarcação de madeira, típica da Lagoa dos Patos, foi a atração da cerimônia de conclusão dos cursos técnicos do Centro de Convívio Meninos do Mar (CCMar), na tarde de ontem.

Vinculada à Universidade Federal de Rio Grande (Furg), a escola prepara, a cada semestre, 144 adolescentes, entre 14 e 17 anos, de famílias com renda de até dois salários mínimos.O caíco, espécie de bote à vela, usado para transportar pessoas e cargas em águas rasas, nasceu das mãos, agora calejadas, dos novos assistentes de construção naval. São jovens como Igor Pereira Reis, 14 anos, que inspirou o nome da embarcação, prêmio por sua dedicação.

Em uma terra onde já se constrói plataformas de petróleo, o novo ofício dá esperança.– Quero construir um navio de grande porte, seguir nesta área – planeja Bruno Eli, 16 anos, ansioso para velejar no caíco, que deve ganhar as águas da Lagoa dos Patos ainda nesta semana, após ser pintado.

Apto a trabalhar em estaleiros artesanais, Bruno chegou ao CCMar em março. Após 30 dias de aulas teóricas, migrou para o estaleiro do centro, onde aprendeu a escolher a madeira, cortá-la, montar o esqueleto do caíco e preenchê-lo. Um quebra-cabeça solucionado com o uso de serrote, formão, régua, lixas e muita sensibilidade. Desafio supervisionado pelo instrutor José Orlando Vernetti, 46 anos

– Fazer um barco é arte. Não há máquina que substitua a técnica, a sensibilidade das mãos – filosofa o professor.

TIPO DE EMBARCAÇÃO

- Caíco é uma embarcação à vela, de madeira, feito com cedro e grápia, usado para transportar pessoas e pequenas quantidades de mercadorias

- Construído a partir da década de 20, é típico da Lagoa dos Patos, usado de Tapes até Rio Grande
- Leve, consegue navegar em águas rasas, a partir de 20 centímetros de profundidade
- É ideal para pequenas tarefas na Lagoa dos Patos, tomada por bancos de areia em sua extensão
- Usa uma vela de algodão, em formato triangular, que aproveita bem as rajadas constantes do vento do sul do Estado

CAÍCO IGOR
- Dimensões: 4,5 m x 1,2 m
- Altura: três metros
- Peso: 150 quilos
- Capacidade: 550 quilos ou cinco pessoas
- Vela: triangula


Fonte: Zero Hora - por Guilherme Mazui

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Colégio Militar de Santa Maria está entre os melhores do país

Escola alcançou nota 7,3 em índice que revela qualidade da educação

O Colégio Militar de Santa Maria alcançou nota 7,3 no Índice de Educação Básica (Ideb) 2009, entre as escolas de 5ª a 8ª série. O resultado obtido pelo colégio o coloca em primeiro lugar dentre as escolas gaúchas e em quarto no ranking nacional — a média do Estado foi 4,1 e a do país, 4. A avaliação, feita em escolas de todo o Brasil, combina a taxa de aprovação de cada instituição com as notas das provas de português e matemática do Sistema de Avaliação da Educação Básica e da Prova Brasil.

Fonte:Diário de Santa Maria

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Prêmio Viva Leitura 2010 recebe inscrições até 2 de Julho

A iniciativa tem como objetivo estimular e reconhecer experiências relacionadas à leitura.

Trabalhos desenvolvidos por instituições, empresas, órgãos públicos e pessoas físicas do país podem se inscrever. Estão abertas as inscrições para o Prêmio Vivaleitura 2010, iniciativa que tem como objetivo estimular e reconhecer experiências relacionadas à leitura.

São três as categorias possíveis para a inscrição: Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; Escolas públicas e privadas; e Sociedade: empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais. Cada uma concorre a um prêmio de R$ 30 mil.

O Vivaleitura é uma iniciativa da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), dos ministérios da Cultura e da Educação.

As inscrições podem ser feitas até 2 de julho de 2010 no site: http://www.premiovivaleitura.org.br/


Fonte: Neteducação/Aprendiz

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Alunos da rede estadual ganham prêmio na olimpíada de matemática

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO RS

Dois alunos da região de abrangência da 23ª Coordenadoria Regional de Educação, em Vacaria, foram classificados na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) de 2009. Eduardo Alves da Silva, do Instituto Estadual de Educação Irmão Getúlio, de Vacaria, conquistou a medalha de bronze, e Felipe Longhi, da Escola Estadual de Ensino Fundamental São João Batista de La Salle, de Ipê, conseguiu a medalha de prata. Os alunos receberão as medalhas no dia 26 de junho, às 15h, no Anfiteatro Cidec Sul, da Universidade Federal de Rio Grande (Furg).

Eduardo, de 16 anos, ganhou como medalhista de bronze quando estava no 1º ano. Sempre gostou muito de matemática e viu a olimpíada como uma oportunidade.

- As duas provas que eu fiz exigiam bastante, trabalhavam muito com o raciocínio, não tanto com fórmulas matemáticas, o que é bom, porque fórmulas não provam que alguém realmente sabe o conteúdo. Por ter tirado medalha de bronze, estou recebendo uma bolsa de R$ 100,00 por mês, o que é uma boa ajuda, comemora.

A diretora da escola de Eduardo, Elizete Orsi Fernandes, faz questão que a instituição participe todo ano das olimpíadas: “Tudo que desafia e faz com que o professor busque novas formas de ensinar é importante e deve ser incentivado. No nosso caso, os professores preparam os alunos para a prova dentro da sala de aula”, conta. No colégio, cerca de 900 alunos fizeram o teste de conhecimento.

A escola de Ipê participa ativamente das olimpíadas, tanto que na última edição da competição, selecionou 20 alunos que tiveram os melhores desempenhos na disciplina para participarem da ação. De acordo com a supervisora educacional da escola, Viviane Caon Paulette, a competição é mais uma possibilidade de os alunos terem um futuro melhor.

- Nós temos professores de matemática muito bons que tentam, com trabalhos e atividades interativas, fazer com que os alunos gostem da matéria, nosso corpo docente se esforça muito. Por isso, quando recebemos a notícia de que um aluno nosso tinha conseguido uma medalha de prata nas provas, nos sentimos muito lisonjeados, porque é um sinal de que estamos atingindo nosso objetivo, declara.

A OBMEP é um projeto que já está no seu sexto ano e que possibilita escolas públicas de todo o Brasil testarem os conhecimentos de seus alunos na área. A olimpíada produz e distribui material didático, também disponível no site www.obmep.org.br, além de oferecer um Programa de Iniciação Científica Junior (PIC) para os medalhistas que estejam cursando graduação com bolsas de estudo e preparação especial para competições internacionais para os medalhistas de ouro, entre outros benefícios.